Patrimônio

Patrimônio se constrói na estrutura da operação

O que decide o resultado de uma aquisição não é o produto escolhido no balcão. É a estrutura: o custo total até a quitação, a garantia oferecida, o prazo real e em nome de quem fica o bem.

A tese

A maior parte das decisões patrimoniais é tomada com informação parcial. O cliente compara parcela com parcela, quando o que separa uma operação boa de uma cara é o custo total até a quitação — número que quase nunca está na mesa no momento da assinatura.

Nossa tese é simples: quando o custo total aparece antes da decisão, a decisão muda. Não porque um instrumento seja melhor que o outro em abstrato, mas porque cada caso tem uma estrutura que serve e várias que não servem.

É por isso que este site calcula na frente de quem visita, publica para quem cada instrumento não serve, e mostra os índices que corrigem os contratos que estruturamos. Um escritório que depende de o cliente não fazer a conta tem um problema de tese.

O método

01

Levantamento

Situação atual, patrimônio existente, capacidade de pagamento e o objetivo concreto. Sem isso, qualquer estrutura proposta é chute embrulhado em papel timbrado.

02

Modelagem e comparação

Desenho das estruturas possíveis para o caso e cálculo do custo total de cada uma, com as premissas visíveis. A comparação inclui o caminho que não passa por nós, quando ele for o mais barato.

03

Validação e execução

Toda operação é validada junto à instituição responsável antes de qualquer pagamento do cliente. A titularidade é do cliente do começo ao fim, e o acompanhamento não termina na assinatura.

Princípios de estruturação

Custo total, nunca parcela
Parcela menor não significa operação mais barata. Toda comparação que fazemos é sobre o desembolso somado até a quitação.
Titularidade do cliente
O bem e o crédito ficam em nome de quem contrata, da contratação à quitação. Não operamos estruturas em que o cliente não é o titular.
Premissa visível
Todo número que publicamos vem com a premissa, a fonte e a data ao lado. Número sem premissa é promessa disfarçada.
Quando não serve, está escrito
Cada instrumento do site declara para quem não serve, com o mesmo peso visual de para quem serve. É a parte da conversa que costuma faltar.

Os limites do que fazemos

A Cordata atua na intermediação e estruturação de operações de crédito e capital. Não somos instituição financeira e não administramos grupos de consórcio.

Não administramos recursos de terceiros, não gerimos carteira e não indicamos onde investir. Quem procura esse tipo de serviço precisa de uma casa habilitada para isso — não é o que fazemos aqui.

Quando o assunto é uma aquisição, uma garantia ou o custo de uma operação de crédito, é disso que tratamos — e é sobre isso que este site inteiro fala, com as contas abertas.